quinta-feira, 28 de outubro de 2010

A COR DO POEMA

NÃO SEI FAZER VERSOS GRISES.
CONTORNO,RETORNO E LÁ VEM
AS CORES CAMUFLADAS NAS PALAVRAS
VELADAS,MAS COBERTAS
PELA FUMAÇA DO ARCO-ÍRIS.
SEI QUE A VIDA,ÀS VEZES,SE RESSENTE DE BRILHO
E O POETA CARREGA UM RIO NOS OLHOS...
MAS O POEMA!AH!O POEMA...
NO SEU SILÊNCIO CALOROSO,
REVELA A RESISTÊNCIA DAS MANHÃS DE SOL
E QUAL UM CHAFARIZ NO MEIO DA PRAÇA,
PARECE DIZER:-BOM DIA,AQUARELA!

BASILINA PEREIRA

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