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LEITURA

A criação de um texto consiste em uma forma de cativar, conquistar aliados às ideias de quem o escreve, para tanto, o  escritor  usufrui livremente do signo linguístico, que com sua variedade e variações chega perfeitamente ao mais íntimo do leitor, tudo em função da imagem acústica produzida em sua imaginação. A leitura nos leva a lugares inimagináveis e nos faz sentir o insensível. Mesmo sendo uma imitação do que é real as palavras nos permitem navegar de uma forma que é restrita a nosso corpo. O prazer de ler está em  conhecer  uma verdade que antes não sabíamos existir, sendo um fato, ou mesmo sendo uma fábula, nosso coração se alegra em ver o novo. Quando somos crianças, sentimos o mundo como uma caixa de surpresas, e a cada descoberta nos sentimos alegres, pois o conhecer nos proporciona tal sentimento. A cada livro lido  crescemos   como pessoas, e nos sentimos mais confiantes, mais determinados, mais  apaixonados . Há textos ...

MARIZA SORRISO - PÁSCOA É SEMPRE!

- "Foco na missão. Não falo em tamanho, falo em dimensão. Conseguir com determinação." Bob marley

Lua do Vinho

A memória do crepúsculo estende o pano de fundo estabelece o vínculo das profecias do mundo. É um tempo de mudanças deita folhas, cria histórias... E o melhor dessa herança é a própria trajetória. Tira da boca amargura coloca o sabor frutado tem a cor e a brandura de um vinho bom,perfumado. Prepara o corpo e a alma para a nova realidade. O vinho enlaça os destinos, Honra a ancestralidade. Gladis Deble Bagé / RS

ANA LUIZA CONCEIÇÃO

-E...se tiver um muro? Vou pintar o mar e ver além, atracarei o meu barco, bem ali no ancoradouro de concreto. - E... se o vento o levar? O verei navegar sob o céu, livre, rumo aos oceanos e me transformarei toda manhã em uma gaivota, até tomar o café. E depois? Eu derrubarei o muro, terei aprendido a sonhar! (Coisas de Ana)

Traduzir-se

UM OUTRO OUTONO

Outono diante da imensidão do tempo cíclico que ao se despedir deixa sempre aberta a espera de  um retorno. Dos dias que gradualmente escurecem mais cedo pro despertar brumoso na manhã seguinte.  E nos meados da estação, eis que o quente se torna ameno e, como que de repente, frio! Meia-estação das latitudes acima ou abaixo dos Trópicos de Câncer e Capricórnio. E da minha infância das esquinas ventosas nos finais de tarde ao retornar para casa. Outono das primeiras semanas do ano letivo (também por isso persistente na lembrança) e do ano civil interrompendo os dias feriados do verão suspenso no fluxo do calendário que se supõe ativo. São as árvores que se despojam pouco a pouco de suas folhas enquanto nós nos certificamos se estamos de fato devidamente agasalhados pro tempo que faz lá fora. E qual tempo muda dentro da gente quando surge o outono? Outro outono, outros riscos, outras possibilidades… Metáfora em tom menor e tradicionalmente oposta ao apogeu anunciado da pr...

posso, quero ...continuo!

SILVIA HELENA CALCAGNO